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Oswaldo Oleari: governador Renato Casagrande fez tudo certo, na hora certa

23 de abril de 2014

É durabu a situação.

Se não suspendesse o pedágio, o governador Renato Casagrande seria taxado de frouxo. Como suspendeu o pedágio, Casagrande o fez porque estamos em período eleitoral.

É durabu a situação, repito. Tipo se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come.

Eu, abaixo e acima assinado, cidadão brasileiro de saco cheio da politicalha vagabunda, emporcalhada, suja, imunda, que todos os dias nos dá um escândalo grandioso para degustar, eu, repito, assinaria embaixo, em cima, dos lados, de frente e de fundos, tudo o que decidiu o governador Renato Casagrande.

Abro um "parentis" - quinemqui diz meu amigo pintor de paredes, o Genésio da Matilde - para dizer que não vejo sua insolença desde que foi eleito governador.

Só o vi uma vez, chegando ao primeiro festival de blues e jazz de Manguinhos, acompanhado de um séquito, tipo o vereador Juarez, o professor Guilherme Pereira - que ainda não tinha detonado o Bandes - entroutros.

E aproveito para explicar que tenho sido tratado por gente desse governo Casagrande quase pior do que fui tratado no governo do seu antecessor, quando não conseguia falar nem ao menos com "Aspons" - os famosos assessores de porra nenhuma.

Gente difícil de falar, essa gente do PSB, cacete! E vejam bem, com um filiado ao PSB, caramba!

Voltando à suspensão do pedágio.


Meu pitaco é esse aí: o governador Renato Casagrande fez tudo certo, fez uqui diviadifazê.

Agiu com prudência, pois sempre disse que aguardaria os pareceres da auditoria sobre o contrato, as contas iuiscambau a quatro.

E quem conhece o Renato de tempos passados, sabe que ele nunca foi de queimar a língua, nem comer cru. Ele sempre foi prudente, sensato articulado, pé no chão e, pelo que conheço dele, também nunca foi de se meter em maracutaias.

A menos que tenha feito tudo tão bem feito que não tenha "vazado" quinemqui dizem pelaí.

Ele fez tudo certo, embasado nos relatórios do Tribunal de Contas do ES, trabalhando em cima de dados concretos, de informações procedentes. Não agiu pelo disse-me-disse que políticos decadentes em busca de novos mandatos plantaram em tudo que é pasquim da Capitania do ES.

Agiu no momento certo, independente de eleições. Agiu como gerente que devia tomar uma decisão. Botou parte da cambada pra trabalhar no feriadão, quinem ele próprio, e saiu com a decisão tomada.

Assino e aplaudo o Casagrande, o mesmo cara que nos momentos cruciais do dilúvio de dezembro de 2013 tomou a frente de todas as ações e tavalá, direto e reto, como deveria fazer um bom gerente. Fez o que tinha de fazer, no momento em que tinha que fazer.

Os gênios da crônica política talvez não registrem detalhe significativo da sua ação: embora em época de eleições, Casagrande pode perder fortes apoios financeiros de financiadores profissionais de campanhas eleitorais.

Anotem aí (Oswaldo Oleari ou Oleare).

Leia o artigo do jornalista Alencar Garcia de Freitas no linki aí
Alencar Garcia de Freitas: A queda do pedágio e as luzes da ribalta http://nageral.donoleari.com.br/2014/04/alencar-garcia-de-freitas-queda-do.html

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