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Márcia Almeida Machado: estamos em luto

15 de agosto de 2014



Eduardo Campos: “Não desisto do Brasil! 

(1965-2014)




Estou profundamente chocada e triste com a morte de Eduardo Campos, nosso companheiro, presidente nacional do meu partido - o PSB, Partido Socilaista Brasileiro - nosso candidadato a presidente da República.

Triste pela perda de um jovem que foi construído no melhor da política brasileira, neto do ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, neto afetivo de Ariano Suassuna, um nordestinho preocupado com o avanço do povo brasileiro, preocupado com a juventude, comprometido com a luta das minorias, com a promoção de uma sociedade mais justa e mais inclusiva, combatente da corrupção, do desmando e do abuso de poder, livre de preconceitos e discriminações.

Há cerca de 15 dias estivemos com ele aqui em Vitória, fiquei encantada e emocionada por ele ter me agradecido "as lindas palavras" (segundo ele) que falei num discurso no Congresso Nacional do PSB em Brasília, no dia 29 de junho.

Fiquei admirada de que ele se recordasse das poucas palavras que disse na ocasião, inclusive apontando os compromissos que, nós socialistas, queremos que nossos representantes, seja nos parlamentos e nos executivos, assumam em defesa dos direitos e garantias dos brasileiros e das brasileiras, em especial, das mulheres, da juventude, em especial, a pobre e negra, das crianças e suas mães.

Falei do compromisso estratégico com um projeto de educação articulado a um projeto de desenvolvimento do país, e disse que a ele era dada naquele momento a grande tarefa de liderar este projeto no país.

Assim, sinto que é uma grande perda, não só para nós que tivemos alguma oportunidade de conviver com ele, mas também a perda de um aliado, de um companheiro que já tinha demonstrado à frente do governo de Pernambuco a materialização de muitas dessas demandas e reivindicações do movimento social.

Uma grande perda.

Lá, nossa militância afirmava: Eduardo: você me representa! Agora, a dor e o choque da perda devem ser transformados em capacidade de manter vivo o debate que nosso país merece em busca das mudanças tão necessárias e urgentes, e de apresentar ao país uma alternativa capaz de manter viva a esperança.

À família de Eduardo os nossos mais profundos sentimentos de pesar, à nossa militância também nossos sentimentos de pesar e de que na dificuldade, tão comum a nós socialistas, possamos encontrar o caminho certo a trilhar.

Eduardo Campos: PRESENTE! (Márcia Almeida Machado).

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