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Folha de São Paulo tá dando: o belga Albert Frére lucrou com a venda da refinaria de Pasadena

24 de setembro de 2014

E ninguém sabia de nada!

Sugestão de leitura de Márcio Cremona


Albert Frére, foto, um mega empresário belga, é um dos homens mais ricos daquele país. Financiou a campanha do Lula, o filme LULA, financiou a campanha da Dilma.


Albert Frére era o dono da refinaria Pasadena, por meio da Astra Transcor Energy, que foi comprada por U$ 42,5 milhões como sucata e vendida por U$ 1,12 bilhão para a Petrobras.

Ele comprou esta refinaria em 2005 e vendeu 50% para a Petrobras em 2006, já por mais de U$ 300 milhões.

Albert Frére e Sarkozy, que foi investigado por receber dinheiro da L'Oréal de Paris e atualmente processado na França, mantiveram grandes entendimentos com Lula, o maior negociador do mundo, no início, para a compra dos aviões franceses para o Brasil por um bilhão e trezentos milhões de dólares.

Albert Frére possui 8% das ações da GDF Suez Global LNG, ocupando a cadeira de vice-presidente mundial nesta mega organização, maior produtora privada de energia do planeta.

A GDF Suez possui negócios com a Petrobras no Recôncavo Baiano, mas seu principal negócio no Brasil é a Tractebel Energia, dona de um faturamento de quase R$ 6 bilhões anuais. É dona de Estreito, Jirau, Machadinho, Itá e dezenas de hidrelétricas, termelétricas e eólicas.

As pessoas se articulam sem que ninguém imagine como funciona a máquina da corrupção.

A Tractebel, que é da GDF Suez, que tem como um dos principais acionistas o senhor Albert Frére, que é um dos donos da Astra Transcor Energy, que passou a perna no Brasil em U$ 1,12 bilhão, foi uma grande doadora da campanha de reeleição de Lulla, em 2006.

A doação de R$ 300 mil chegou a ser contestada na sua legalidade. Também foi uma das patrocinadores do filme Lula, Filho do Brasil.

Já em 2010, para a eleição de Dilma, a Tractebel doou quase R$ 900 mil.


O dinheiro de Albert Frére que ajudou a reeleger Lula e eleger Dilma veio, assim, mesmo que indiretamente, da Petrobras.

Daquela bolada que ela pagou, inexplicavelmente, pela Refinaria Pasadena e deu a volta até a Bélgica para voltar à máquina da corrupção, para paraísos fiscais e entraram no Brasil, parte como investimento por uma química contábil genial.

Leia, clicando no link abaixo, a matéria na Folha de São Paulo:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1428830-barao-belga-albert-frere-lucrou-com-venda-de-refinaria-para-petrobras.shtml

- "A doença mais difundida entre os políticos é amnésia", diz o leitor que sugeriu a leitura da matéria.

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