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Diagonal, coluna do Oleari - Relembranças de uma grande equipe e ótimos reencontros

7 de junho de 2015
Por Oswaldo Oleari

Experimentando 
sempre




Eleisson de Almeida é exatamente o do centro.
Os três à esquerda são Terezinha Calixte, Nirlan Coelho e Lena Borges: e os da direita, a cantora Waleska, Bete Caseira e Ronaldo Nascimento. A foto me foi mandada por Bete Caseira.



Meu parceiro Eleisson de Almeida sempre me disse: 

- você devia voltar a escrever diariamente e a ressuscitar a coluna Diagonal, que marcou época.

Que marcou, marcou. Mas, a minha preguiça e desorganização também andaram comandando e fui sempre adiando a tentativa.

Mas vai que a gente tava saboreando aquele saboroso rosbife ao molho madeira comf batata a um tal molho parisiense, preparado pela surpreendente chef Cleide Moraes, no Azteca bistrô, que bateu.

E aí comecei a raciocinar cá cos meu butão, quinemqui dizem os paulistas. Por que não? Aquele magro enrolado, quitá sumidaço, poditá certo e sabisilá sidá certo, nememo?

Pois entonces, vamuquivamu. Vai rolar o maior papufuradu e vamuvê se a gente consegue dar conta.

Relembranças:
uma
grande equipe.

Niquiqui vi essa foto aí isturdia no malfadado feissibuqui, decidi daunloudar o retratim de uma colega pra falar um tiquim de um grande time.

Maria da Penha Saviatto (foto) era uma jovem repórter, recém saída do curso de comunicação, cheia de ideias e uma tremenda de uma energia.

Dadondi foi bater a fogosa repórter nos seus começos? Na sala mal emjambrada do Jornal do Povo, projeto que criei na TV Vitória no começo de 1985.

O Jornal do Povo foi ao ar de março de 1985 a março de 1988, quando o poderoso chefão Mequinho Buaiz o retirou do ar abruptamente. Nem ele nem o Fernando Machado gostavam do programa, ainda mais que acabara de sair do grupo o então diretor Xerxes Gusmão Neto. 

Eles diziam que o programa era do Xerxes. E não era. Nuca foi. A bem da verdade, o Xerxes um dia me pediu: "Pelo menos, me deixa dar o nome ao programa". Aquiesci. E ele disse, curto e grosso: "Jornal do Povo". Exatamente como era a minha proposta para o programa.

Trabalhar com gente.


O programa só surgiu na TV Vitória porque, durante a formação da equipe, um cara sensacional e saudoso, com quem eu e o Rubens Pontes (foto) trabalhamos na campanha eleitoral do Comendador Camilo Cola em 1981, chamado Nelson Mendes, disse à cúpula numa reunião:

- Tem que dar uma chance ao Oleari nessa equipe aí.

No Jornal do Povo, Penha Saviatto encontrou um bando que batalhava pra manter no ar, ao vivo, um programa local de 2 horas.




Que começou com uma câmera só, sem ar condicionado, num estudiozinho fulero na rua Graciano Neves.

E ela se juntou a um timaço, do qual tenho as melhores lembranças. Talvez o timaço nem tenha tanto assim não porque se trabalhava pracarai à beça. 




Mas, Danilo Souza (foto à esquerda), Lena Mara (foto acima, à direita), Adam Emil, Luína Palácios (foto à direita, com Neil, seu irmão), Valter Saffier (*), Nicolau Dalcol, Neusa Morati, depois Dilson ruas (foto à equerda) receberam a jovem repórter, que assimilou as loucuras do editor e apresentador e encarou e revelou-se uma excelente jovem repórter.

Mais quem, gentem? Tentei adoidado mas não achei os retratim do resto do time.

A equipe realizou o que, pode-se dizer, foi um marco da televisão local, driblando a ditadura, a censura, as chatices dos lá de cima (*), menos de um cara que foi da maior importância para o Jornal do Povo.




Um cara chamado Luiz Antonio Albuquerque (foto), ele também cheio de sangue nas veias e doidão pra fazer um programa que falasse pra toda a população.

À distância, tenho a impressão que não fosse o Luiz Antonio o programa não teria sobrevivido 3 anos.

Com um recall impressionante. Até hoje, um cacetão de anos depois, gente que me encontra aí pelas quebradas pergunta se não vou voltar "com aquele programa".

Através dele a TV Vitória escoava o que faturava no interior do Espírito Santo, pois ele chegava a todos os cantos, de ponta a ponta.

Pena que eu não tenha a manha de saber escrever, aiinda mais se for pra falar bem. Gostchio muntchio memo é de sentar o cacete na bandalha pelaí. 

Mas os colegas do Jornal do Povo que me relevem. Foi um dos marcos da minha carreira. A eles, meu abraço, minha homenagem e obrigado por terem me suportado aqueles 3 anos. 

Comecei o Jornal do Povo em 85 com os colegas Idiná de Almeida, que foi pra São Paulo, a Andréa Resende - creio que ainda na Comunicação do Tribunal de Justiça do ES e um tempim depois também com a Sueli Lievori, que adminsttrava a sequência do programa e as doidera do editor-apresentador.
Salve, salve, gente! Um beijo fraterno a todos.

Faltou dizer que o patriarca do Grupo, o Dr. Américo, gostava do Jornal do Povo. E um dia, ao ser apresentado um projeto de cenário para o programa que ia migrar da senzala pra ir pra casa grande, no Edifício do Moinho Buaiz, ele comentou comigo: 

- Isso aí nada tem com o Jornal do Povo.
Disse a ele que também não gostara do projeto, de um escritório famoso de arquitetura aí do pedaço. Ele me disse: "tem coluna grega demais pro meu gosto".

(*) Tem um asteriquis lá no nome do Valter Saffier. Era um grande repórter, tão maluco quanto aluguns da equipe. Foi o único que tomou juízo. tornou-se dono de um grande colégio e deixou de ser jornalista (Oswaldo Oleari).

Reencontros

Falo de alguns dos últimos quinze dias na próxima coluna.

Em tempo:

Quem quiser comentar, pode ir aí ao pé da coluna em "comentar", chuchá o dedo e mandavê. Pode falar bem, falar mal, acrescentar, acertar eticétera.

donoleari@gmail.com







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Leonece Barros

Bom ler e reler você O Oleari. Bom retorno com a Diagonal! Abraço fraterno!

Don Oleari

Obrigado, meu caro companheiro de gloriosas batalhas no Depto. de Jornalismo da Rádio Espírito Santo. Apareça. Tem uns artiguim aí sobrando pra mandar pracá? Abralção do Oleari.

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