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Totonho Rodrigues - Política é coisa séria: Majeski pede informação sobre aluguel de prédio da Faesa pela Sedu

1 de julho de 2015


Deputado pede a Haroldo Rocha informações sobre contrato com a Faesa e sobre a ONG ES em Ação


Reafirmando não ser contra o funcionamento das escolas em tempo integral, durante todo o processo de discussão do projeto Escola Viva na Assembleia Legislativa o deputado Sergio Majeski (PSDB) se colocou contrário à aprovação da matéria em regime de urgência, como queria o governo do Estado, sem um debate maior com a comunidade escolar e com previsão de funcionamento ainda este ano.

Mesmo assim o governo conseguiu aprovar a matéria para a implantação de uma unidade fora da rede atual de ensino médio, alegando que estava atendendo a comunidade escolar.

Majeski protocolou o Requerimento de Informação nº 122 ao secretário da Educação, Haroldo Rocha, no dia 23 passado, solicitando cópia do contrato de locação com a Associação Educacional de Vitória (AEV), localizada no campus da Faesa São Pedro, em Vitória, para a implantação da 1ª Escola Estadual de Ensino Médio em turno único, a Escola Viva.

Majeski quer saber qual a área de fato que será usada do prédio da Faesa e se há mesmo a possibilidade de compra do prédio após três anos de locação, como foi negociada a cláusula do contrato e se o valor será corrigido. O governo do Estado tem 30 dias para responder ao documento enviado pelo deputado.

O deputado vai pedir ainda todas as informações necessárias, inclusive a participação da ONG empresarial ES em Ação no projeto e, principalmente, o porquê de a contratação ter sido feita com a dispensa de licitação.

A previsão é de que no próximo dia 27 de julho as aulas da Escola Viva comecem em horário integral no período de 7h30m às 17 horas (Totonho Rodrigues).


Totonho Rodrigues é jornalista e professor




Internet ruim

Esta nota foi encaminhada pelo gabinete do deputado Sergio Majeski e apenas revisada pela redação do Portal DOPC.

Nos últimos meses, o deputado Sergio Majeski visitou mais de 40 unidades da Rede Estadual de Ensino. Nas visitas, ele não só viu como ouviu relatos e questionamentos sobre as demandas, precariedades e falta de infraestrutura e pessoal da comunidade escolar.

Umas das queixas foi sobre a qualidade da conexão com a internet oferecida pelo Governo do Estado, chegando ao ponto de em muitas escolas os professores e demais funcionários arcarem do próprio bolso com a contratação de um provedor de internet alternativo, na tentativa de dar um suporte melhor à escola, em face da baixa velocidade e a instabilidade do que é oferecido gratuitamente.

O contrato em vigor nº 46/2011 com a empresa Telemar Norte Leste, neste ano de 2015 já destinou a quantia de R$ 6.857.289,71. Tomando como base o número aproximado de 300 escolas da rede estadual, o deputado calcula em aproximadamente R$ 2 mil reais o custo mensal pago por escola à Telemar.
Majeski quetiona dizendo que esse valor está muito além dos valores oferecidos no mercado por serviços de melhor qualidade.

O deputado Sergio Majeski (PSDB) solicitou através do Requerimento de Informação nº 128/2015 ao Secretário de Estado da Educação, Haroldo Rocha, a cópia do contrato para o ano vigente com a empresa Telemar Norte Leste S.A, para conexão de internet com as escolas, número de escolas contempladas, custo média por escola, velocidade da conexão, termos contratuais sobre o rompimento do contrato, previsão de novo contrato e previsão de melhorias.

Totonho Rodrigues é jornalista e professor

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