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Rubens Pontes para André Lachini: "o primeiro Fusca ninguém esquece...você esgotou o assunto"

7 de janeiro de 2016
Um Wolseley, inglês, produção de 1948 a 1953: o primeiro carro do Rubens Pontes




- "Preclaro e 
clarividente Oleare:

- Confesso hoje uma frustração escondida há muitos anos, agora acordada pelo magnífico estudo de André Lachini sobre o carro que marcou a história no automobilismo mundial.

Embora tenha dirigido um Fusca, modelo 1958 (?) caixa seca, de minha filha, meu primeiro automóvel foi um Wolseley, inglês - carro, diziam, usado pela Scotland Yard, comprado em segunda mão. 

Fusca 1958

Depois dele, dirigi um Dauphine, 
trocado 2 anos depois por um Gordini, mais tarde trocado por um DKW Vemag, com motor de dois tempos.

Até chegar, na chamada idade madura, aos carros americanos com mais espaço, maior potência....e maior presença...

Mas o que quero ressaltar são as informações divulgadas na coluna do nosso companheiro, esgotando literalmente qualquer outro pretendido estudo sobre o carro alemão. 



Gordini 1963


Mais do que didático, um jornalismo
moderno e informativo, balizado por profundo conhecimento do assunto.

Já havia lido colunas em jornais sobre o Wolkswagen, desde as assinadas por Fábio Doyle, meu antigo companheiro nos Diários Associados, a José Roberto Nasser, jornalista capixaba radicado em Brasilia.

DKW Belcar 1969

Nasser mantém em lugar de honra na sua sala de visitas um Ford modelo 1929, uma beleza.

Mas nada vi tão completo como o fluente e informativo trabalho de Lachini.
O Portal DOPC fica inflado com essa participação no seu esforço de informar bem (Rubens Pontes).

Pitaco do Oleari

Depois de me dizer, mais uma vez, que não conseguiu colocar o comentário lá ao pé da matéria do André Lachini, meu preclaro parceiro Rubens Pontes me vem com esse papo delicioso, que achei ótimo ele não ter conseguido colocar lá em "comentar". 

Ao ler, pensei cá cos meus butão: vou brincar com esse textim do Rubens, cheio de merecidos confetes, serpentinas e lantejoulas, para o excelente histórico do André, que realmente esgotou o assunto história do Fusca.

Vi alguma coisa pelaí, inclusive na chamada grande imprensa, mas nada que chegue ao chão das rodas do primeiro Fusca 1958 que o Rubens dirigiu, ou ao Fusca 1971, também o "primeiro fusca" do André. 

Como na inferneti nada se perde e quinemqui dizia a Bíblia "quem procura, acha" - foi na Bíblia que alguém disse essa bobagem aí? - fui fuçar os primeiros carros do Rubens, quitão aí. Como ele só citou o Fusca 1958, os outros eu "arbitrei", como qualquer outro editor arbitrário.

E por dúvidas das vias, digo a oceis quiu meu primeiro Fusca foi um modelo 1966 - motor 1.200cc - que me foi vendido pelo saudoso Nenel Miranda na Volskwagen da Avenida Vitória, em frente ao Ginásio Salesiano (Vitória/ES). Era verdinzim quinem esse daí da foto. Uma delícia. Fiquei com saudade dele depois que, lá na frente, passei prum 1967, já de 1.300cc. 

Agora, não gosto de intriga entre colegas, nunsinhô, mas se eu fosse o André eu diria ao Rubens: "Poxa, Rubens, conta aí sobre os carrões com mais espaço, maior potência....e maior presença...quiocê desfilou neles", quinemquiocê disse aí pracima (Oswaldo Oleari).


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Pedro

Muito bom !!!
Me trouxe a lembrança de nossas viagens para Marataízes a bordo do Rover P4, 49.

Don Oleari

Rubens Pontes Muito bom, OO. Vamos em frente, que atrás tem muitas saudades...

André Lachini Obrigado Rubens Pontes, tentei explorar ao máximo minhas memórias e informações sobre o Fusca para escrever o texto. Você citou dois carros que foram importantes no Brasil: o DKW (ou DKV) e o Renault-Willys Dauphine Gordini. Nunca dirigi nenhum dos dois, mas me lembro de ter andado em um DKW de um parente no Rio de Janeiro, nos anos 1970. Hoje é muito difícil encontrar esses carros.

Jair Soares O Dauphine e o Gordini, originalmente da Renault, que depois Willys e Ford, que tiveram como sucessor o Corcel I. Na época da propagandas de veículos onde o Gordini era apresentado com 4 portas, a Volkswagen apresentou uma propaganda do fusca nais ou menos assim: "Pra quê 4 se duas são suficientes" e aparecia o fusca.

Oswaldo Oleari Ou Oleare O DKW, entonces, André Lachini, Jair Soares e Rubens Pontes, nunca mais ví. O mais recente e que me lembro - e isso já tem uns 800 anos - era de um amigo, o dentista José Zouain, de quem também não tenho notícias há uns 400 anos.

Oswaldo Oleari Ou Oleare André Lachini, não sei se viu um comentário de uma aprecador dizendo que o Fuscão surgiu em 1970. Esqueci de cupiácolá pra te mostrar.

Maria Cristina Pedroso Meu avô, teve um "Rabo Quente". Subíamos a serra com vários galões de água. Levávamos um tempo enorme com as paradas quando o motor começava a ferver.

Oswaldo Oleari Ou Oleare Caríssima Maria Cristina Pedroso, ocenumtem um retratim dele aí no seu acervo?

Maria Cristina Pedroso Suas postagens são públicas.

André Lachini Oi Oleari, vi e comentei novamente. O MTC tem razão, o Fuscão foi lançado em 1970 e não em 72 como escrevi. Eu tenho fotos do DKW e do Gordini. Hoje eu estou circulando, mas amanhã posto aqui. Tem um cara perto de casa que tem uma Vemaguet. É um carro de coleção mas o cara usa no trânsito de SP.

Jair Soares Conheci alguns DKW, inclusive um aficcionado destes carros em Cachoeiro de Itapemirim, que o último que lembro pertencer ao cidadão, Sr. Guido Giovanni Zancheta, um Belcar Rio, acho que 1965, com o famoso LUBRIMAT, QUE ERA UM DISPOSITIVO PARA NÃO MAIS ...Ver mais

Jair Soares Tive UM FUSCÃO 1972, que era motor 1.500 e tempos depois foi lançado o SUPER FUSCÃO, OU BIZORÃO COM MOTOR 1.600, todos eles refrigerados a AR.

André Lachini Eram todos refrigerados a ar. Quando a Volkswagen lançou o Gol em 1980, ela fez a bobagem de colocar no carro um motor refrigerado a ar adaptado do Fusca. Corrigiram o deslize em 81, quando lançaram o Gol com motor refrigerado a água.

Jair Soares André, na minha opinião o erro da VW foi lançar o gol com motor com menos de 1.000 cilindradas, o caro era pesado para o motor, (meu pai teve um). A VW recuperou o gol, que estava no fundo do poço relançando com o motor 1.6 ( Gol BX) que era da Brasíl...Ver mais

Jair Soares Com relação ao Dauphine, tive uma experiência que fiou guardada até hoje na minha mente. eu trabalhava na Industrial Monte Branco Mármores Ltda, a pedreira de extração de mármore era em Itaóca. Eu era procurador da empresa, porém por alguns acontecimentos tive num período que gerenciar toda a empresa e numa dessas, eu havia vendido alguns metros cúbicos em blocos de mármore Rosa (era de excelente qualidade o que tínhamos) para uma empresa em Botafogo, RJ e havia sido feito um carregamento na pedreira de um bloco que teria de ser entregue no outro dia sem falta no Rio. Vim pra Cachoeiro de carona no caminhão que ia para o Rio, um Mercedes 1113 cabine alta. Já de noite, o dono do caminhão me disse que não ia viajar pois tava passando muito mal, resultado a única alternativa no momento era eu ir dirigindo o caminhão para fazer a entrega no Rio. Peguei o caminhão e fui. Descarreguei o bloco de mármore no rio e voltei para Cachoeiro. Fui até acasa do dono do caminhão para entregar o veículo e como era noite ele falou pra e eu ir no automóvel dele. Abri o veículo, sentei e tive a sensação que estava sentado no chão. Era a diferença da altura do caminhão: Agora estava num Dauphine.

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