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Alencar Garcia de Freitas: O ajuntamento da velha guarda da comunicação na Rádio CBM

23 de março de 2016
Oswaldo Oleari, um dos mais conhecidos comunicadores matriculados em rádio e jornal no nosso Estado do ES, com uma valorosa passagem por veículos de comunicação de São Paulo, como sempre disposto a desafios, está aí com o ousado projeto da Rádio Clube da Boa Música, arregimentando forças e apoios, inclusive financeiros, para colocar em operação mais essa ferramenta de comunicação com foco especial na boa música, que é rara no rádio nos dias de hoje, muito mais do que nas décadas de l950 a 1970, quando já havia necessidade se brigar com esse propósito; imagine de lá para cá?

O grande problema é buscar uma definição comum para o que se pretende como boa música. Talvez essa definição seja algo quase impossível, porque o que é boa música para uma parcela do público ouvinte, para outra parcela poderá não ser; e aí, como fica, Oleari?

Sempre sonhei, desde aquelas décadas, com boa música para o público em geral, mas como considerá-la de tal qualidade?

A propósito da ideia de Oleari sobre a Rádio Clube da Boa Música, acho que seria o caso de auscultar a opinião dos que ouvem rádio para ver se daria para fazer um levantamento desse tipo.

Creio que Oswaldo Oleari poderia começar ouvindo não só os da velha guarda, como também os da jovem guarda. Certamente esses dois segmentos poderão dar uma contribuição muito valiosa nesse sentido. Fica aqui a minha primeira contribuição.

É muito bom que os da velha guarda reconheçam que podem aprender muito com os jovens; em último caso seria uma preciosa troca de experiências entre os de ontem e os de hoje; afinal, a vida é um eterno aprendizado e muitos saem dela sem aprender tudo o que tinham para aprender.


Dou todo apoio à proposta Oleari.

Alencar Garcia de Freitas 
é jornalista

Pitaco do Oleari

Muito boas, as formulações do prezado parceiro de grandes jornadas Alencar Garcia de Freitas. 
Lidar com conceitos sobre rádio que quero por em prática para enriquecer o meio rádio ao lado de gente de gerações mais recentes, além de profissionais da velha jovem guarda, é uma quitô tentando há um tempim.

Curioso que ele aborda pontos importantes, pois conceito de boa música - ou ruim - é sempre relativo. Mas, acrescento às ótimas questões do prezado colega a informação de que a proposta da Rádio Clube da Boa Música é "fazer rádio para quem não tem mais rádio"

O cenário do rádio atual é péssimo em geral, ressalvando-se raras exceções.

Ontem mesmo, comentava com uma colega que, embora inacreditável, programações de emissoras de ondas médias - AM - de cunho popular, rodavam valsas de Strauss, tenores italianos, música francesa iuiscambau a quatro, há um tempim não tão distante.

Nossa programação conta com profissionais jovens, atualizados, profissionais experientes, conhecedores das parafernálias infernéticas da mudernidadi, bem como gente nova cativada pelo fascínio do rádio.

Para quem como eu, um didjei dinossáurico que começou a fazer programação no tempo do bolachão - o disco de 78 rotações por minuto - e viu nascer o LP (long play) de 10 polegadas e logo o de 12 polegadas, é uma experiência fascinante. 

Taquitamu. Vamuquivamu (Oswaldo Oleari).

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