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Rubens Pontes: meu poema deste sábado / Confissão: Marien Calixte (com atraso de um dia)

21 de agosto de 2016

Na foto, três grandes futuros astros, falsa modéstia à parte.

À direita, jornalista, poeta, escritor Marien Calixte (de bleiser branco); à esqueda, o jornalista, roteirista, diretor de ciinema Penna Filho; ao centro, o ex-futuro pianista, o locutor que vos digita esta linha aqui

- "Encaminho, para sábado, um poema do nosso amigo Marien Calixte.

Faço para que você possa preparar um texto para abrir a página, com lembranças a partir daquela fase em que vocês dois eram locutores de... um parque de diversões... até o sucesso alcançado por ambos no campo do jornalismo, radialismo, etc...
O que acha? Rubens".


CONFISSÃO

Marien Calixte

Gosto de ti
do teu olhar
de suspeita

Gosto da tua voz

Do tom de ironia

Quando me dizes
eu te amo

De ti não renuncio

Qualquer instante
De ti não me retiro

gosto de ti

Dessa tua alma
De lua
nova
Crescente
cheia
Minguante.





Rubens Pontes
é jornalista






Pitaco do Oleari:


A inferneti também prega suas peças. O Rubens mandou seu poema de sábado na quinta-feira, conforme está anotado na data e no horário lá no gimeil: Quinta-feira, 18 de Agosto de 2016 15:39

Mas o istafeta infernético não entregou o bilhetimeil do Rubens. 

Só entregou sábado, já lá pelo meio dia, horário em que o digitador desta linha aqui já estava exercendo sua militância butecológica com os parceiros do Bar do Gaúcho e do Carlinhos - o Ismael, o Brás, o Jonatas e o Dr. Emílio. O Cândido só apareceu mais tarde, quando o Ismael já tinha ido.

Aí, a explicação do poema de sábado só estar sendo editado no domingo. Os "trabalhos" no buteco delongaram muntchio e foi um fogaréu. Menor, é verdade, do que o garoto nadador lá dos isteitis. "Quebramos" só uma meia dúzia e meia de torresmo dusbão - o Carlinhos sabe caprichar um torressmo - um pezim de porco ibatível e primoroso, e uma feijoadinha. 

Quanto à sugestão do Rubens de contar umas mintirinha sobre nosso início simultâneo, meu e do Marien, ele já disse: eu e Marien começamos nossas futuras militâncias de algum sucesso no rádio, na imprensa escrita (como se dizia, na televisão e na inferneti (eu, nos últimos dois casos), num serviço de alto-falantes de um parque de diversões em Jardim América, Cariacica/ES.

Depois, dá dois livros. Marien escreveu alguns, tornou-se intelecquitual e entrou pra Cadimia de Letras. Eu, escrevi no máximo umas orelhas de livros - uma, dum livro de Renato Viana Soares sobre as mídias, outra num belo livro do Eduardo Sganzerla sobre pesca artesanal no Espírito Santo. 

Mas, já plantei muitas árvores. Os filhos, tão pelaí nos caminhos das letras e da filosofia, da música, da advocacia, da comunicação. O restim, fica pro livrim que espero cometer um dia, que deverá se chamar: "Da Rua da Lama, Colatina, para o muuunndooooo" (Oswaldo Oleari).

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