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Ode ao Roney Moraes: Regina Monteiro / Convite do Museu do Harlem/ Diagonal

30 de abril de 2017
Diagonal, 
coluna do oleari
Ode ao Roney Moraes
Copigarfado 
da Regina Monteiro, do jornal ES-Fato, de Cachoeiro de Itapemirim 
O coração selvagem tinha pressa de viver. E viveu tão intensamente que o próprio coração não aguentou. O escritor, psicanalista e jornalista Roney Moraes partiu  cedo demais. 

Ontem, em seu velório só ouvíamos boas histórias, e tivemos a certeza de como Roney marcou a vida de todos nós. Como era amado e admirado em toda a cidade. 

Ele reescreveu a sua história sem perder a grandeza, a poesia, a coragem e a alegria. Roney era o orgulho da imprensa cachoeirense. Era nossa inspiração e exemplo. 

Era o grande amigo de todas as horas. Em nosso grupo da imprensa, postou essa semana que iríamos nos reunir e fazer uma festa, este fim de semana. Ele disse que a festa seria em minha casa ou na de Wagner Santos. Ele adorava uma boa festa. Cantava e dançava a noite inteira. 

A sua alegria transcendeu a própria vida. Hoje, a festa é no céu, meu amado amigo. Você conquistou a paz do dever cumprido. Um dia a gente volta a se encontrar. E quando este dia chegar, meu coração estará curado, e nós poderemos fazer a festa que você tanto queria. Até lá (Regina Monteiro).

Regina Monteiro é jornalista, cronista, escritora.

Pitaco do Oleari

Vinha combinando com o prezado Elyan Peçanha um chego à capital secreta prum vinhizim e pra rever alguns amigos - um deles, especialmente o Roney Moraes. 

E depois dar uma passada pelo litoral, Marataízes, Itaipava, pra rever nosso caro Carlos Fernando Lima e encontrar o Manoel Manhães, que conheci só inferneticamente com o Valerio Depollo, niquiqui os três fizeram uma das mais porretas coisas da imprensa do Espírito Santo, que foi o saiti New Inhoque Times.

Nos identificamos muito nesse período porque eles praticavam o que sempre tratei como iscrachumor, cáustico, sem dó nem piedade. Certa vez, meu caríssimo Rubens Pontes, do alto de sua sabedoria, experiênca e vivência nos melhores escalões da imprensa brasileira - Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, sua Minas Gerais e na periferia do mundo - me disse:

- Poxa, esses seus amigos de Cachoeiro de Itapemirim são bons demais...

Rubens também acompanhava o intrépido e impiedoso The New Inhoque Times. 

Veizincando nos falávamos inferneticamente, telegraficamente. Mas, contava encontrá-lo pra dizer logo de cara:

- Meu caro Roney Moraes, tô precisando de um curador de maluco, desde que inventei fazer a Rádio Clube da Boa Música. Você pode estudar aí quanto vai custar e nós fazemos "uma permuta".

E ficava imaginando a resposta que o Roney ia me dar. Que, com certeza, ia nos fazer borrar de rir.

Ontem niquiqui o prezado Salmo Calazans me deu a notícia lá na maledeta inbocsi do feissibuqui, a primeira coisa que fiz foi ficar puto com o Paulo Renato Fonseca, com quem combinara várias vezes da gente ir a Cachoeiro.
Mas, logo refreei minha putice porque lembrei que o Paulo Renato passou por momentos difíceis de saúde. E nunca mais falou comigo.

Agora, tô eu aqui me lamuriando e pensando como vai ser chato ir à capital secreta, sentar com os amigos, mas pensando quitá faltando um puta cara ali do lado e a gente exercitando o bíblico e constitucional direito de falar um tanto de besteira, rir adoidado, sem falar mal de gente dimontão, gente agendada pra gente falar mal e botar defeito...

Poxa, Roney, sacanagem sua, poxa...Cê bem que podia ter dado um tempim aí, cara, e deixar pro Salmo Calazans me fazer ficar tristaço mais daqui uns 40 anos, sô. Foi sacanagem, Roney, você ir embora assim, sem avisar seus admiradores (Oswaldo Oleari ou Oleare).

Museu do Harlem

The Studio Museum in Harlem and the Countee Cullen Library, NYPL, cordially invite you to preview Derrick Adams: Patrick Kelly, The Journey
Friday, May 5, 2017
5–7 pm

Countee Cullen Library
104 West 136th Street
New York, NY


Fiz um contato com o Museu do Harlem, como alguns outros, ao começar a organizar um chego à capital do muuunnndooo no próximo outono.


Outono de lá, claro.


É um véio projetim meu: Autumn In New York. Tirou de letra quem pensou na bela música.


Como um dos meus 800 mil temas favoritos, sempre pensei em ir a Nova Iorque no outono. Pra ouvir o tema num daqueles butecos de jazz, depois de pedir aos músicos: 


- "pliiisiii, play Autumn In New York for a old brazilian rádio man..."


Isso daí, naturalmente, depois de sorver uns três Jack Daniels, nosso véi parceiro.

Primeiro contato, feito, primeiro convite recebido do Museu do Harlem. Respondi aque agora nuntô podendo ir, mas logo, logo, dou um chego lá (Oswaldo Oleari).



Editor Chefão da
Rádio Clube da boa Música e
Portal DOPC
jornalista,
radialsta,


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