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Cachoeiro de Itapemirim: taxímetros desligados, calçadas, iluminação, arborização - papo com Vice Prefeito Joca e arquiteto Renato Paldês / Diagonal

30 de maio de 2017






Maria Fernanda
e Renato Paldês


Topografia cheia de relevos, o rio Itapemirim dividindo a antiga vila, que se tornou cidade, cresceu muito e ultrapasou há um tempim os 200 mil e tantos 
habitantes.

Como disse ao prezado e super fotógrafo José Carlos Oliveira, Cachoeiro "não tem nada comum". Tudo é o "must, o top de linha". Sempre admirei esse 
sentimento de paixão de cada cachoeirense por sua cidade. Como colatinense, sempre invejei. Inclusive, o rico folclore.


O rio Itapemirim, que faz parte do cenário da cidade, tendo ao fundo outro monumento orgulho dos cachoeirenses: o Pico do Itabira.

Tem uma que guardei, sempre cultivei e me divertiu: corre entre a fina flor da sociedade cachoeirense, muitos "intelecquituais" no meio, que no duro, no duro, o Rio Itapemirim "e o formador do Oceano Atlântico". 

Não é demais de criativo? Como já li de um jornalista ou escritor nativo - a capital secreta é um celeiro e tanto das espécies - que deveria ser o Estado de 
Cachoeiro do Itapemirim e a sede e o restante os demais municípios. 

Voltando várias vezes seguidas à cidade, reafirmei coisas que sempre pensei. Faltou até hoje a Cachoeiro de Itapemirim um pensamento de gestores centrado no que chamo "arrumação" da cidade, da maquiagem, dos portais, essas coisas tão comuns.

Aí, registrei: os taxis da capital secreta circulam com os taxímetros desligados. Aconteceu que num mesmo trecho, paguei R$ 20,00 por uma corrida e na 
seguinte paguei só R$ 10,00. Só reclamei da primeira, claro, com taxímetro desligado.

Agora, na inauguração da Inspetoria Regional Sul do Crea ES, observando muito a aproveitando um tempim da folga de "motorista" da Gerente de Comunicação 
da entidade, fugi, dei um pulim ao centro e fui especialmente prum cafezim no Mourad's. 


De cara, reconheci o lendário Barbosa - conheço o barbosa da coluna 
do Elyan Peçanha - quitá no Mourad's, creio, antes do lugar existir. E tá aí o jornalista, advogado, escritor e atual vereador Higner Mansur pranun midexá mentir...

Atendido com toda a fidalguia - quinemqui diz Elyan Peçanha - pelo poderoso chefão da casa num primeiro café. Depois, num segundo café dusbão. E no meio, uma mousse de maracujá, quivô voltar lá pra saborear horinha dessas.

Na solenidade de inauguração tive a feliz oportunidade de conhecer o arquiteto Renato Paldês. E também dinâmico colega jornalista Ramon Barros (foto), com quem também conversei sossegadamente, entroutros dois ou três, inclusive o Paulo Scaramussa, pai da Tatiane Scaramussa, que viajou conosco. Além do vice-prefeito Jonas Nogueira Dias Júnior, que todos tratam na maior intiimidade por Joca.


Pois dispondo de um arquiteto e de um vice-prefeito, decidi arriscar meus pitacos. Trocamos várias ideias, o Paldês, o Joca e eu e acabei arriscando:

- Vice-prefeito, calçadas, iluminação e arborização levantam qualquer cidade. 

Ele respondeu com entusiasmo à minha afirmação. Tinha conversado com o Paldês, profissional e artífice de espaços e lugares, que evidentemente tem uma visão mais ampla sobre as coisas da sua cidade do que eu, um mero e véi repórter bisbilhotando tudo.

Com uma vereadora e um vereador, cheguei a chatear os dois sugerindo que trabalhassem a "maquiagem" da capital secreta, um lugar agradável, de que sempre gostei muntchio, de gente afável, hospitaleira, ousada, positiva, realizadora.

A uma pergunta, Joca - olha a intimidade - me disse que o jovem prefeito Vitor Coelho pensa em mudar a prefeitura, mas ainda não há destino definido. Um, 
seria o prédio do fechado Hotel San Carlos. O vice me disse que pessoalmente sugere que seja num lugar mais afastado do centro, já exacerbadamente 
congestionado, pois poderia se criar espaços confortáveis para estacionamento, entre outras vantagens.

Se dependesse do meu pitaco, eu votaria nessa ideia e me pareceu que o arquiteto Renato Paldês também é partidário dela.
Enfim, uma nova e jovem administração, distante de "elefantes bracos" tipo a torre de fazer chover do Tio Dorico Ferraço, tem tudo pra realizar essas tarefas destinadas a enlindecer - ou enlindar, sei lá - porque no resto, sua gente é a gente mais afável, mais vibrante de quantas eu conheci em toda a extensão da Capitania do Espírito Santo.

Neste finalzim, aproveito pra saudar uma das grandes figuras da cidade, o atual vereador Higner Mansur, que com sua inteligência e cultura pode contribuir ainda mais para que tudo fique mais bonito, mais arrumado e mais receptivo na adorável capital secreta do mundo (Oswaldo Oleari ou Oleare).
Câmara de Cachoeiro se congratula com Crea ES
A Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim aprovou por unanimidade um voto de congratulações com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) pela inauguração da nova sede da Inspetoria Regional Sul no município.
O voto de congratulações foi proposto pelo vereador Paulo Sérgio de Almeida.
O presidente do Crea - ES, engenheiro agrônomo Helder Carnielli (foto) agradeceu:
-  “Agradecemos o reconhecimento da Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim e contamos com cada vereador para desenvolver um trabalho forte e intensivo no município e na região Sul”, disse Carnielli (Com Fernanda Gomes).   
No próximo Domingo, 4 de Junho, às 11 horas reserve a manhã para estarmos juntos em mais uma edição do projeto Choro na Manhã, evento mensal realizado há 10 anos pelo Conjunto Retratos, com a participação de vários músicos convidados. 

No repertório permeia entre os clássicos do choro as músicas menos conhecidas da música instrumental. A entrada é gratuita e antes da apresentação o conjunto oferece um café da manhã ao público presente. 
DOMINGO | 4 DE JUNHO DE 2017 - 11 horas | ENTRADA GRATUITA
AUDITÓRIO DO CENTRO CULTURAS NEGRAS DO JABAQUARA
Rua Arsênio Tavolieri n.º 45 - Jabaquara  São Paulo/SP
(Próximo à Estação Jabaquara do Metrô)
(11) 5011-2421 - Quantidade de lugares: 300
www.facebook.com/conjuntoretratoschoro

Alex Mendes
(11) 9.8653-9603 (TIM/Wzapp)

Cassiano Rezende no Masterplace Mall

O músico cristão, multi-instrumentista e cantor Cassiano Rezende é atração do Giro Musical Gospel no Masterplace Mall, na próxima terça-feira, dia 30. 

Cassiano ingressou na carreira musical, quando passou a cantar no coral da igreja aos 3 anos de idade. Entre os anos 2007 e 2009, foi violonista de Sergio Campos, com quem gravou um DVD com participação do cantor Carlinhos Félix e tocou na abertura do show de Regis Danese na Arena Vitória.

Além disso, o artista já se apresentou com cantores de referência da música cristã nacional como Luciano Manga (ex-vocalista da banda Oficina G3), Val Martins, Klev Soares, Fabiano Alves, Pr. Kaká Pires, Dom Livingston Farias, Davy Maia, entre outros.


Atualmente, é vocalista e guitarrista da Banda Cidade Acesa e líder do ministério de louvor em sua igreja local.
SERVIÇO
Giro Musical com Cassiano Resende. GRATUITO.  

Dia 30 de maio (terça-feira), às 18h30m, na praça de alimentação do Masterplace Mall - Av. Nossa Senhora da Penha, 2150. Barro Vermelho - Vitória – ES. (27) 3019-6336 (Com Thaís Tomazelli).

Jorge Wilson Junior lança livro



"3:20", o livro de J. Wilson, retrata o drama da família Nobre, depois de um romance inesperado em Porto Seguro-BA. 

A história se desenvolve por Vitória-ES e São Paulo-SP, e tem um desfecho surpreendente. 

O livro mostra situações de como um simples instante pode afetar os momentos que vivemos, e, principalmente, como esses momentos podem afetar a todos que nos rodeiam. 

O lançamento será no dia 11/6 às 15h20m no Shopping Praia da Costa em Vila Velha/ES. 

Velocidade real x erro do velocímetro

Você já observou que a velocidade marcada no automóvel e a registrada pelos radares são diferentes? Essa alteração em velocímetros analógicos ou digitais acontece por diversos fatores, entre eles estão asfalto irregular, processo industrial automotivo, pressão e desgastes dos pneus. 

- “Vale destacar que a legislação brasileira determina que o cálculo para autuação do veículo com excesso de velocidade não pode ser maior que 10% acrescido de mais 4 km/h, ou seja, se um carro estiver em velocidade real de 90 km/h, o ponteiro analógico ou digital não pode marcar além de 103 km/h. Até 100 km/h, é considerada uma margem de erro de 7 km/h”, explica Apolo Figueiredo Rizk, diretor da Contauto. 

Acima desse limite de velocidade, o cálculo passa a ser de 7%. Por isso, toda vez que se passa no radar de fiscalização eletrônica, a velocidade indicada no equipamento da via é sempre menor que a indicada no velocímetro (Com Andréa Moreira).

 
oswaldo oleari
é jornalista,
radialista,
flatleticano

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